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Empresa de Controle de Pragas em São Paulo

 
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Pragas Urbanas

 

As pragas provocam danos ao homem desde tempos remotos, não só pelo risco à saúde que representa através de doenças transmitidas, mas também pelos estragos que causam, na estocagem dos alimentos, na contaminação de embalagens, produtos e ambientes.

A origem das pragas é mais antiga do que a civilização humana, mas a presença danosa decorreu do desequilíbrio ecológico provocado pelo próprio homem. Acúmulo inadequado de alimentos, lixo, ausência de predadores naturais e falta de higiene e educação das pessoas é o que levam ao descontrole, inexistente nas condições naturais.

A história dos ratos surge basicamente com a sofisticação das sociedades humanas. A maior parte dos pesquisadores afirmam que ele migrou para a Europa e depois para as Américas, a partir da Ásia tropical, por volta dos séculos XI e XII. Antes disso, só há registro de camundongos na China e Egito.

Prejuízos e Riscos

A presença e proliferação dos ratos está ligada principalmente a dois fatores: condições favoráveis de abrigo e alimentação, que propiciam a reprodução desenfreada. Portanto, pragas são produtos do próprio homem.

A existência de roedores, insetos, pássaros, etc., gera graves riscos aos produtos, riscos a saúde das pessoas e riscos de alto potencial às instalações. Em suma, a segurança da qualidade do trabalho é comprometida.

Segundo a OMS Organização Mundial da Saúde, 20% dos alimentos produzidos no mundo são destruídos por ratos. E considerado o inimigo número um para a saúde, pois é responsável pela transmissão de mais de 40 tipos de doenças. Está provado que consome por dia, 10% do seu peso em alimentos, além de estragar e deixar impróprios para consumo, 10 vezes mais que esta quantia.

A impressionante fecundidade dos roedores se constata no cálculo de que um casal, no espaço de um ano, pode dar origem à quatro gerações, somando cerca de 63.000 descendentes. A própria OMS, estima que cada rato é responsável por um total de perdas US$ 10,00 ao ano, e estudos apontam que há em média 2 a 3 roedores por habitante nos grandes centros. Transportando estes dados para São Paulo, por exemplo, obteremos cerca de 24.000.000 de roedores e de prejuízos diretos e indiretos, algo em tomo de US$ 20.000.000,00 ao mês.

Em relação ao ataque de grãos armazenados, também a reprodução acelerada dos insetos é fator que propicia grandes perdas. Tomando por exemplo o gorgulho do milho ou caruncho de feijão, com 8 gerações ao ano e taxa de crescimento populacional de 5 vezes a cada um, o casal de gorgulho, gerará em um ano 29,5 milhões de descendentes, e o de caruncho, 9,5 milhões.

Na infestação por coleópteros "besouros", ou lepidópteros "traças", ao alimentar-se da parte interna dos grãos, causam grande perda de peso, redução de nutrientes e poder germinativo, desvalorização do preço, contaminação com larvas, partes de insetos, excrementos, aumento da temperatura da massa armazenada, etc. Outro problema nos grãos é a produção de toxinas (como a cancerígena aflotoxina B1) advindas de fungos que se originam por vários fatores, entre eles, umidade, temperatura e atividade de insetos e ácaros. O controle de todas estas pragas é fundamental, pois a perda nos armazenamentos pode chegar a 20% da safra, se não forem tomados cuidados devidos.