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| » Técnicas
Controle de Pragas - Insetos Rasteiros |
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Tratamento de Superfície:
O Controle de Pragas para superficie é
através da aplicação de
calda inseticida de maneira uniforme sobre as
superfícies, rodapés, na junção
entre as paredes e o piso, através de
pulverizadores manuais, de forma que os insetos
que os percorram sejam contaminados pelos microscópicos
cristais dos inseticidas aplicados.
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| Pulverização
pelo processo de cobertura das áreas. |
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Controle
de Insetos rasteiros. Tipos de Insetos: Pulgas,
baratas, ácaros, aranhas, escorpiões
e traças. |
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Tratamento
Localizado:
O Controle de Pragas para tratamento localizado
é através de aplicação
de calda inseticida diretamente nos esconderijos
e abrigos dos insetos, localizados nas pequenas
frestas, reentrâncias, rachaduras, gretas
e ninchos existentes nas superfícies e
junções, através de pulverizadores
manuais, visando principalmente o extermínio
das baratas germânicas, aranhas e escorpiões. |
| Pulverização
técnica direcionada aos focos. |
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| Controle
de Insetos rasteiros. Tipos de Insetos: Formigas,
cupins de madeira, besouros, baratas,
larvas de mosquitos e brocas.
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| Tratamento
do Perímetro:
O Controle de Pragas para tratamento do Perímetro
é através de uma aplicação
de barreira química protetora em torno
das instalações tratadas. A aplicação
dessa espécie de anel protetor impedirá
o acesso de novos insetos rasteiros ao interior
da área alvo, evitando-se assim novas manifestações. |
| Pulverização
pelo processo perimetral. |
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| Controle de Insetos
rasteiros. Tipos de Insetos: Baratas, traças
e formigas caseiras. |
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Processo
de polvilhamento técnico direcionado nas
áreas de focos (Inseticida Pó seco):
Controle de Insetos subterrâneos e rasteiros.
Tipos de Insetos: Formigas, cupins de solo, brocas
e baratas. |
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Processo
de injeção direcionada nas áreas
de focos:
Controle de Insetos rasteiros. Tipos de Insetos:
Cupins de madeira e brocas. |
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| Processo
de Barreira Química |
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| Abertura
de valas internas e externas 100 mm largura x
200 mm profundidade.
Controle de Insetos subterrâneos. Tipo de
Inseto: Cupim de solo. |
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Fumigação
ou Expurgo: É o processo do uso
de pastilhas de gás em câmaras ou colônias
de insetos.
Tipo de Insetos: cupins de solo e formigas. |
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| Processo
de aplicação do GEL contra insetos
rasteiros (PG).
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| » Técnicas
de Controle de Pragas - Baratas |
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| No
Controle de Pragas para baratas, o tratamento se faz
através de aplicações de gel. Aplicação
de pequenas quantidades (0,03g) na forma de gotas com
auxílio de pistola dosador, aparelho exclusivo
de alta precisão. Essas gotas de gel atraem baratas
em uma distância de até um metro do ponto
de aplicação e a contaminação
de outras baratas se dá pelo canibalismo de carcaças
ou pela ingestão de fezes de baratas contaminadas,
o que gera a morte em cadeia. Essas gotas são
aplicadas nas áreas onde as baratas se abrigam
e se agregam, ou seja, frestas, cavidades, cantos ou
por onde elas se movimentam.
O gel pode também ser aplicado em utensílios
domésticos e equipamentos elétricos (computadores,
caixas registradoras, painéis elétricos
etc.) que são abrigos preferidos das baratas.
A aplicação com gel pode ser feita no
horário normal evitando os inconvenientes da
aplicação líquida: paralisação
das atividades, necessidade do pré preparo da
área e odor incômodo. O gel é a
solução mais eficiente para o controle
profissional de baratas: barata alemã (Blattela
Germânica) e barata americana (Periplaneta
Americana), pois promove um rápido controle
noturno e reduz imediatamente a população
destes insetos. |
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| Aplicação
de Gel direcionada aos focos |
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| Controle
de Insetos rasteiros. Tipos de Insetos: Formigas, cupins
de madeira, besouros, baratas, larvas de mosquitos e
brocas. |
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| » Técnicas
de Controle de Pragas - Insetos Voadores e Traças |
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| Tratamento
espacial:
o Controle de Pragas para insetos voadores e traças
é feito através do “tratamento espacial”.
Saturação do ambiente com microgotículas
de calda inseticida, as quais serão levadas a
todas as partes do recinto assim tratado, pelas próprias
correntes de ar ali existentes. Devido às pequenas
dimensões dessas gotículas, elas ficam
por longo período de tempo em suspensão
no ar ambiente e são capazes de penetrar em todos
os espaços da área, incluindo os esconderijos
dos insetos. Essa técnica utiliza atomizadores
elétricos que produzem uma finíssima névoa
e os termonebulizadores que produzem uma neblina densa.
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| Atomização
pelo processo de cobertura ( áreas internas )
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| Controle de Insetos rasteiros
e aéreos. Tipos de Insetos: Moscas, mosquitos,
pulgas, baratas e ácaros. |
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| Termonebulização
pelo processo de cobertura (áreas externas) - FOG
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| Controle
de Insetos aéreos e rasteiros. Tipos de Insetos:
Baratas, moscas, mosquitos, besouros, vespas, aranhas
e traças. |
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| Como evitar a presença
de insetos? |
| » |
Assegurar
o bom fechamento das portas de comunicação
externa. |
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| » |
Manter
um distanciamento entre a vegetação
e a face externa das instalações,
que possibilite a limpeza e manutenção
adequada destas. |
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| » |
As
calhas dos telhados devem ser mantidas em bom
estado de conservação, livres de
resíduos e retenções de água.
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| » |
As latas de lixo
devem estar bem tampadas e distantes da construção.
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| » |
Verificar
calhas de estrutura e acabamento que possam permitir
a entrada de insetos, e providenciar os reparos
necessários. |
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| » |
Manter as garagens
e depósitos limpos e livres de jornais
velhos. |
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| » |
Lavar
as garrafas de bebidas e vasilhames reutilizáveis
antes de armazená-los. |
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| » |
Adotar
limpeza freqüente dos interiores, principalmente
do mobiliário, nos locais propícios
ao acúmulo de poeira e outros resíduos.
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| » |
Vedar
as molduras de janelas e batentes das portas,
visando a diminuição dos pontos
de entrada de insetos; providenciar a instalação
de telas de malha fina nas janelas, bem como sua
manutenção, além dos reparos
necessários em todos os seus componentes.
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| » |
Manter
as chaminés de lareiras, fornos e outros
condutores de aquecimento fechados quando não
utilizados. |
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| » |
Inspecionar
plantas ornamentais quanto à presença
de pragas antes de sua introdução
nas instalações internas. |
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| » Técnicas
de Controle de Pragas - Ratos |
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Os ratos são encontrados
no mundo inteiro vivendo sempre em associação
com o homem, originários da Ásia. Acompanharam
os homens no desenvolvimento de suas culturas até
atingirem todos os continentes. Transportados por
navios à partir da Índia e do Golfo
Pérsico, para o Mar Vermelho, África
e Mediterrâneo.
Na época das Cruzadas (século
XIII e XIV) já eram combatidos com o uso de
arsênico. O primeiro roedor a aparecer foi o
rato de telhado (rattus rattus) e na América
do Sul seu aparecimento foi no Perú no ano
de 1544.
A ratazana (ratus novergicos)
tem a sua origem, seguindo os mesmos caminhos, e chegando
à Europa no começo do século
XVIII e posteriormente à América. Adaptou-se
em ambientes subterrâneos formando túneis
(tocas) com grandes profundidades.
Os camundongos (mus musculus)
tiveram origem na Rússia e Irã e daí
disseminaram-se pelo mundo através das rotas
das caravanas desde do século IX.
Os roedores são os piores
inimigos do homem; causam-lhes prejuízos econômicos,
transmitem doenças e são encarados como
pestes caseiras.
Após a Segunda Grande Guerra
Mundial foram desenvolvidas diversas técnicas
e procedimentos para a eliminação dos
roedores, com programas que abrangiam todas as áreas
relacionadas às infestações.
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| » |
Metodologias
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| » |
Classificação
dos Raticidas |
| » |
Literaturas
dos Roedores |
| » |
Doenças
Transmitidas pelos Roedores |
| » |
Prejuízos
Econômicos |
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| Técnicas utilizadas: |
| »
Controle integrado de combate aos roedores através
de comedouros ou cochos, com iscas associadas
a essências aromáticas. |
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»
Controle integrado de combate aos roedores através
de portas iscas, com isca tipo bloco parafinado associada
a essências aromáticas.
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| »
Controle integrado de combate a roedores através
do pó de contato: |
São placas de poliétileno contendo
o pó de contato associado ao princípio
ativo do raticida, colocadas em áreas de alimentação.
Exemplo: Empresa de manufatura de alimentos, cozinhas
industriais e demais áreas de riscos.
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| Doenças mais comuns
transmitidas ao homem pelos ratos: |
| O rato transmite
uma série de doenças, algumas delas fatais.
As doenças são transmitidas pelas fezes,
urina, pulgas e mordedura do rato. |
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| Algumas
Doenças Transmitidas por Ratos |
| Doença |
Outros
Nomes |
Transmissão |
Agente
da Doença |
| Tifo Murino |
Febre Murina |
Picada da pulga do rato |
Rickettsia Typhi |
| Salmonelose |
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Ingestão de alimentos
contaminados |
Bactérias Salmoneas |
| Triquinose |
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Ingestão de carne infectada
com larvas de Triquinina |
Trinchinella Spirallis |
| Leptospirose |
Doença de Weil |
| Ingestão de alimentos
ou água infectada pelo excremento de
ratos infectados ou ainda por meio de banhos
em águas contaminadas |
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Leptospira Spp (a
espécie) |
Febre de Mordida
do Rato |
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Mordida do rato |
Spirillum minus |
| Peste Bubônica |
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Picada da pulga do rato |
Yersínia Pestis |
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| Prejuízo
Econômico:
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Os roedores são responsáveis por grandes
perdas de materiais à humanidade . Os ratos
roem a fim de desgastar seus dentes incisivos que
são de crescimento contínuo, chegando
a crescer até 13 centímetros por ano.
Roer, portanto, é uma necessidade vital pois
se não desgastados, os incisivos em pouco tempo
impedem a própria alimentação
do animal que morre por inanição. Em
congresso realizado em Budapeste chegou-se à
conclusão de que 25% dos incêndios são
consequências da atividade dos ratos que provocam
curto-circuito em fiações por aquecimento
de aparelhagem, pois impregnam os mecanismos com uma
resina que impede o livre fluxo da corrente.
Tendo em vista o aspecto segurança da aplicação,
torna-se indispensável a aplicação
das iscas envenenadas dentro de comedouros próprios
(caixas de segurança com abertura para entrada
de roedores) evitando assim o acesso de animais, crianças,
pássaros ou irresponsáveis às
iscas envenenadas.
Após um trabalho de desratização
é comum o aparecimento de baratas e pulgas
que devem ser imediatamente erradicadas através
dos seguintes processos:
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| » Descupinização
- combate as pulgas |
| »
Desinsetização -
combate a insetos em geral. |
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| Métodos de Controle
- Processo: |
| »
Identificação, análise e apresentação
de sugestões para criar medidas preventivas; |
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| »
Formação de anel sanitário, isolando
a população murina de suas fontes vitais;
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| »
Identificação de colônias
e aplicação de raticidas (blocos,
granulados, pó) através da Instalação
de unidades (PPE – Ponto Permanente de Envenenamento)
com lacre inviolável em lugares seguros
e previamente estudados pela equipe técnica
da empresa, possibilitando assim, identificação,
sinalização dos pontos comedouros,
controle do consumo de raticida, etc. |
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| Como se prevenir contra
ratos? |
| » |
Só
coloque lixo em sacos fechados e em lugares altos.
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| » |
Nunca jogue
lixo nas ruas ou em terrenos baldios. |
| » |
Sempre guarde
os alimentos em recipientes fechados. |
| » |
Não deixe
o mato alto em jardins e quintais. |
| » |
Mantenha tudo
limpo. |
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| » Técnicas
de Controle de Pragas - Cupins |
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Os cupins são insetos sociáveis,
assim como as formigas e as abelhas, possuem
uma estrutura de forma organizada e vivem em
túneis fechados, no solo, madeira ou
estruturas suspensas em árvores ou arbustos.
Diferem entre si quanto a forma e a função
que desempenham dentro da colônia. As
colônias podem apresentar milhares de
indivíduos, compreendendo 3 ou mais castas:
sexuada, soldados e operários. Na alimentação
consomem celulose, a qual é digerida
por flagelados simbiontes existentes em seu
aparelho digestivo.
Cupins Subterrâneos
(Coptotermes havilandi):
São assim chamados pelo fato de
construírem suas colônias freqüentemente
abaixo da superfície do solo, atacando
as madeiras que estão em contato direto
com o solo e alvenaria das construções.
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Fazem seus ninhos em lajes, caixões perdidos,
juntas de dilatação, utilizam redes
hidráulicas e condutores
elétricos, sem nenhum contato
com o solo. A ligação entre a colônia
e a fonte de alimento (celulose) pode ser feita
por meio de túneis através de vários
componentes como piso, paredes, cordões
de gesso, mesmo que o ninho esteja localizado
a dezenas de metros da área construída.
Esta espécie é responsável
pelo maior parte dos prejuízo no Brasil. |
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| Danos causados pelos Cupins: |
Estimativas feitas com o Coptotermes havilandi,
nos Estados Unidos, indicam que uma colônia
desta espécie, contendo cerca de 3 milhões
de indivíduos, pode consumir madeira
a uma taxa de 360 gramas por dia. Uma colônia
madura de cupins subterrâneos desta espécie
pode causar severos danos a uma estrutura em
apenas três meses. Desta maneira é
imprescindível que seja identificado
o quanto antes uma infestação
por cupim subterrâneo.
O montante dos danos pode ser grande não
apenas pelo tamanho da colônia que está
atacando uma estrutura, mas também porque
nada impede que duas ou mais colônias
estejam infestando a mesma estrutura.
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| Tratamento contra Cupins |
| O conhecimento
da biologia desses insetos é base fundamental
na adoção de medidas preventivas e curativas.
Seus hábitos de vida, reprodução,
exigências quanto à temperatura e umidade
são alguns fatores que determinam procedimentos
a serem adotados no seu controle.
Dentre os insetos xilófagos,
dois grupos são os principais responsáveis
pelos danos causados às madeiras, nas mais diferentes
situações onde essa matéria-prima
é utilizada. Esses dois grupos são os
Cupins e as Brocas-de-madeira.
Os cupins são socialmente organizados
e cada integrante possui uma função pré
definida. Assim, não há peça de
madeira, celulose e derivados que resista ao poder devastador
dos cupins. Comprometem até construções
de concreto, esburacando e destruindo estruturas de
madeira da construção, criando vãos
e danificando instalações elétricas.
São capazes de destruir um vigamento de telhado
em poucas semanas, e multiplicamse com grande facilidade
e velocidade. Causadores dos maiores prejuízos,
tais como: desabamentos, incêndios, destruição...Os
cupins podem chegar a milhões de indivíduos.
Alimentamse basicamente de celulose e derivados,
escavando galerias em móveis e livros. |
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| Fique atento aos sinais
que indicam a presença de cupins! |
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» Revoadas:
As revoadas ocorrem quando as colônias de cupins
liberam os siriris (ou aleluias). São os cupins
com asas que irão formar novas colônias.
Elas acontecem geralmente nas tardes quentes de primavera
e verão.
Vocé pode encontrar asas ou siriris mortos
próximos de janelas e de lâmpadas, pois
são atraídos pela luz. Se você
viu siriris, é sinal de que há colônias
de cupins próximo ou até mesmo dentro
de seu estabelecimento.
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| »
Presença de túneis de cupins subterrâneos
na estrutura; |
| »
Presença de grânulos (fezes de cupins de
madeira seca) junto aos móveis, portas e batentes.
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As
brocas-de-madeira encontram-se em um grupo de insetos
compostos por milhares de espécies na sua maioria
xilófagas. Esses insetos são freqüentemente
confundidos com os cupins-de-madeira-seca por também
expelirem resíduos das peças atacadas.
Entretanto as brocas-de-madeira diferem dos cupins em
vários aspectos. |
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»
Brocas-de madeira e cupins são dois grupos taxonomicamente
distintos. As brocas, cujos adultos são os besouros,
pertencem a ordem dos Coleópteros, enquanto os
cupins, cujos adultos são conhecidos como siriris
ou aleluias, pertencem à ordem dos Isópteros.
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»
As brocas-de-madeira não são insetos sociais.
Uma madeira atacada por brocas pode conter dezenas ou
centenas de indivíduos, entretanto cada um vive
independentemente dos outros. |
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| Metodologia Operacional
noControle de Cupins: |
| A
metodologia operacional para Controle de Cupins Subterrâneos
inicia-se com análises e estudos de características
básicas, como: |
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da
edificação, junto às plantas
hidráulicas, elétricas, estruturais,
etc.; |
| » |
da infestação
através de dados colhidos na vistoria técnica; |
| » |
do ambiente
para definir o método e estratégia
de combate. |
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Conjugando
estas e outras informações será
elaborado o projeto de combate a estes insetos na edificação. |
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| Tratamento da Estrutura: |
Nas edificações existem na estrutura
espaços que inacessíveis e imperceptíveis
às pessoas de forma geral, oferecem condições
de vida ideal aos cupins subterrâneos,
fornecendo alimentos.
Exemplo: madeiras (de formas abandonadas),
abrigo (espaços internos na estrutura
como, caixões perdidos, estuques, lajes
duplas, lajes entulhadas, paredes duplas, redes
hidráulicas, elétricas, gás,
etc.), vias de locomoção e invasão
(juntas de dilatação, redes elétricas,
hidráulicas, gás, etc.).
Além disto nossas edificações
os protegem de seus inimigos naturais, atuando
como verdadeiras fortalezas.
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| Prevenção: |
| » |
Consertar
vazamentos e infiltrações, pois
a umidade é favorável a infestação
de cupins; |
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Não guardar
madeira junto à casa; Não permitir
que água se acumule nas lajes; |
| » |
Ao adquirir
móveis em madeira verifique se há
indícios da presença de cupins.
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| » |
Fazer descupinização
periodicamente. |
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